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A mostrar mensagens de 2009

Parabéns, HUGO!

... e muitos beijinhos de nós todos! Tem um óptimo dia!

intervalo solidário

"... tempo

de parar, abrir, olhar e ver...

... ...




...um tempo de parar e contar pedras

decantar sons, deixar as flores beber

as amoras amadurar, as águias adormecer no ar,

deixar o vento e o sol ] talvez a chuva, entrar..."

IN~ ~PI (PASSAGES)



PARABÉNS, RIT 'inha

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... e um dia lindo para ti!



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Para "lá" de mim

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SE
ao menos
puder
imaginar

e
encontrar-me

e
encontrar-te

e, talvez...

(quem sabe?)

...SER


se ao menos puder imaginar,

tudo poderá, talvez, ser...

outra vez!

talvez: imaginar

posso?






sim, sim, sim!


eu posso SER?

fotos >GUI


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in memoriam

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hoje
o céu até pode mostrar todo o seu esplendor...

por entre as aves, vivo que nem elas,

abarcas o mundo todo

tornando-nos do tamanho do infinito!

ao partir, levaste contigo um pedaço de cada um de nós

(esse-pedaço-feito-amor-sem-fim-agora-sempre-vida)

que, afinal, ganhámos:

essa riqueza que nenhuma eternidade apaga
memória inacabada
inabalada
pai sempre, até sempre, até já!

... HOJE,

o firmamento SÓ pode mostrar esplendor:

também reflecte a tua luz, mais uma entre as estrelas,

será a mais pequenina, talvez, que nunca precisaste de te fazer grande...



MAS A MAIOR!

HOJE, LÁ E AQUI, MEMÓRIA VIDA!

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da (in)significância

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dias que se sucedem
espaços vazios
saudade

e tu, aí, o que fazes?

esperas juntar as pontas, deve ser...
e o universo torna-se-te
pe que no

(como se fosse possível)




... a

mão

a minha! ... ou tua? »»»

afinal, que importa? são dias que não temos, nem te temos, nem te demos... perdemos!?


perdemos sempre, mesmo se ganhamos?... «««

primavera, ainda

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Era um recanto de jardim florido, como se espera, em manhã de primavera! A sinfonia de cores anunciava momentos felizes, encantos de perene jovialidade, gritos de renovada esperança e coragem - ali não havia espaço para tristezas: era um novo dia e cada flor, mais e mais viva, pujante no gozo da luz renascida, era um convite à alegria!

Chegava-se de mansinho e, mergulhando naquela quietude, desafio de promessas por cumprir, ficava-se com desejos de eternidade,

(e como isso de eternidade, por vezes, incomoda!...)

capazes de tudo e do nada, do melhor e do pior, mesmo do sem sentido - consentido, contrariado até mais não poder ser - a doer se parados, a magoar quando agitados, inquietos na curiosidade do devir, esse que sempre e só foi e será na possibilidade de ser, já incapazes de querer mais do que o "quero", calados, quietos, repletos!

será isso que esperam de nós as flores numa manhã de primavera?
será para isto que se perturba o silêncio de um recanto de jardim numa manhã …