tivesse eu asas, Pai
e o firmamento não teria fronteiras
HOJE
como ontem, amanhã, SEMPRE!
chegaria lá, lá onde estás,
(não sei onde é mas... sei que estás bem,
como merece o melhor Pai do mundo!)
para te dar um beijo
e um abraço do tamanho desse mundo:
e dizer-te como ele, tão grande,
é tão mais pequeno
que o quanto ainda te amo,
cheio de saudade!
mando a “Borboleta”
que pode voar:
… até sempre, até já, PAI!



